quinta-feira, 24 de agosto de 2017

O povo Maia


Há muito tempo, há cerca de 600 anos, mais precisamente, existia um povo bastante rico.
Os seus templos eram as suas típicas construções onde também se guardavam artefactos.
O povo Maia era, e é, conhecido pela construção de templos, a quantidade imensa de ouro e uma grande lenda sobre uma cidade de ouro e, a acrescentar, os artifícios aos deuses.
Um povo bastante rico até à sua morte e invasão dos espanhóis, povo árabe e persas, que mataram e roubaram o ouro.

Escrito por um menino de 8 anos no âmbito da atividade de Escrita Criativa nas férias escolares de verão 2017 do Centro Educativo e de Formação Espaço Crescer (https://espacocrescer2012.wordpress.com/)

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Férias

Ida ao Geoparque de Arouca nas férias escolares de verão 2015 com o Centro Educativo e de Formação Espaço Crescer (https://espacocrescer2012.wordpress.com/)

Nas férias vou-me divertir
Sem tropeçar e cair,
Vou para a piscina brincar,
Saltar e pular.

Gosto muito do Espaço Crescer,
E dos passeios que têm organizado
São sempre uma animação,
Com o meu irmão ao lado.

Escrito por uma menina de 10 anos no âmbito da atividade de Escrita Criativa nas férias escolares de verão 2017 do Centro Educativo e de Formação Espaço Crescer (https://espacocrescer2012.wordpress.com/)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

O suicídio


Era uma vez uma adolescente chamada Elisa. Tinha os pais drogados e bêbados.
No primeiro dia de aulas do 8º ano, ela foi chamada ao gabinete do diretor da escola para conseguir resolver o assunto dos pais de Elisa.
Quando os pais souberam do que se tinha passado na escola, levou chicotadas de uma corrente que a deixaram a sangrar.
Passado muitos dias, a Elisa pensou em suicidar-se.
Sexta-feira, ela ligou para a polícia e disse que era vítima de violência doméstica. Os pais ouviram, disseram que era mentira e trancaram-na no seu quarto.
No dia seguinte ela fugiu pela janela e foi para um rio da sua terra chamado Cáster e suicidou-se.

Escrito por dois rapazes de 12 e 10 anos de idade no âmbito da atividade de Escrita Criativa nas férias escolares do Centro Educativo e de Formação Espaço Crescer (https://espacocrescer2012.wordpress.com/)

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

A velha e a trança

Mãe, hoje conta-me uma história da tua voz sobre a princesa...

Era uma vez uma princesa linda que tinha uma longa e bonita trança pois era muito boa para todas as pessoas.
Era uma vez uma velha má que tentava fazer uma bela trança com o seu cabelo, mas não conseguia. O seu cabelo era feio pois era malvada.
Um certo dia, a velha lembrou-se "Aquela princesa, pensa que pode ficar com a sua trança para sempre mas eu é que a terei. Tenho que consegui-la!". Então, decidiu roubar a trança à princesa.
Numa linda tarde, a princesa passeava pelo seu jardim de rosas quando uma velhinha, que lhe parecia simpática, foi ter com ela e lhe disse:
- Que rosas tão lindas, princesa! Como consegue tê-las assim no seu jardim?
A princesa respondeu, humildemente:
- Gosto muito delas, então dedico o meu tempo a regar quando é preciso, a retirar as partes que não devem ficar, e até converso com elas. Penso que para as ter assim basta gostar e cuidar. Porque pergunta? Tem um jardim em que gostaria de ver rosas?
A velha, nada contente com a resposta pois estava cheia de bondade, tentou a sua sorte:
-  Sim. Tenho um jardim mas não tenho tido sorte com as rosas.
- Quer que lhe dê uma? De que cor? Posso arrancá-la pela raiz para que a plante onde pretende. - sugeriu a princesa.
- Oh! Que gentileza! - fingiu a velha - Quero então uma rosa vermelha, como aquelas ali em baixo.
A princesa, feliz ao pensar que o seu jardim de rosas iria agora embelezar também o jardim daquela velhinha, baixou-se para arrancar uma rosa do sítio que lhe foi sugerido. Ao baixar-se, a velha tira a sua tesoura do bolso e dá um valente corte na trança da princesa, que se assusta e cai para a frente, mesmo em cima da roseira.
A velha foge a correr, rindo pelo caminho.
A princesa fica a chorar pela trança, mas não só. Fora enganada.
Ouvindo o seu choro, os guardas do castelo aparecem a correr com as suas lanças e, ao ouvir a explicação da princesa, seguem em perseguição à velha, mas não a conseguem alcançar.
Eles regressam muito tristes e a princesa pede-lhes que estejam atentos, pois pretendia ver a velha outra vez.
A velha, já na sua casinha, tenta, dias a fio, colocar a trança como se fosse do seu próprio cabelo. Depois de muito tentar, lá consegue e decide ir à festa da aldeia junto ao castelo.
Os guardas, sempre a passear pelas ruas à espera de encontrar a velha e a sua trança, também lá estavam.
Perdida na sua própria alegria de ter uma trança nova, a velha dança e mostra aquilo que não é seu sem vergonha de o ter roubado.
Ao verem a linda trança da princesa, que tão bem conheciam, capturam a velha e levam-na até à princesa.
Quando a princesa se aproxima da velha, sentada no chão com vergonha de ter sido apanhada, a princesa diz:
- Estás perdoada quanto ao roubo e quanto ao teres-me enganado. A única pena que irás ter é seres minha criada.
- O quê?! - grita a velha muito espantada.
- Sim. - continua a princesa - Como gostas tanto de tranças e cabelos lindos, irás ser a criada responsável por me penteares e isso farás até que o meu cabelo cresça novamente para que consiga fazer uma trança como a que me cortaste.
- Pentear? Esperar que o cabelo cresça? - continuou a exclamar a velha - Não compreendo porque me queres perto de ti depois do que te fiz.
A princesa senta-se ao seu lado e explica:
- Para termos algo de que nos orgulhamos, temos que trabalhar para isso, mesmo que o trabalho seja simples e demore muito tempo. O teu castigo pelo roubo e pelo engano é aprender a ter paciência, a gostar do que tens e a cuidar disso.

Mãe, outra vez! Agora conta-me a do príncipe!

Bons sonhos!

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Novos passos


Novos passos são sinónimo de novas aventuras, com bons sabores mas também dissabores.

Se formos com a consciência de estarmos a fazer o melhor pelo melhor de quem se cruza connosco, penso que o percurso seja mais fácil.
Não fácil, apenas mais fácil.

Este ano surgiu a oportunidade, a qual agradeço a Olhos de Gato Música, de, finalmente, complementar a atividade do Espaço Crescer com atividades artísticas e terapias.
Será numa nova loja, num novo local: Galerias Cáster, em Ovar.

Felizmente, e pelo trabalho de qualidade dos professores que têm colaborado com o Espaço Crescer desde 2012 em explicações, apoio ao estudo, ocupação de tempos livres, férias escolares, terapia da fala, psicologia, orientação vocacionalformação e outras atividades, vários são os pedidos de Ovar.

Então, porque não aproximar-mo-nos da cidade que tanto nos procura?

Melhor ainda quando, nestas mesmas Galerias Cáster, temos como vizinhos Amadeus Instrumentos Musicais, Livraria Doninha Ternurenta e GS Joalharia de Autor, vários cafés e outros estabelecimentos de prestação de serviços, até mesmo supermercado Pingo Doce, paragem de autocarro e, mesmo em frente ao Jardim Cáster e pertinho do Parque Urbano de Ovar.

Fica então o convite para nos vir visitar e usufruir de tudo o que nos envolve!

Bons passos!

terça-feira, 20 de junho de 2017

Palavras em férias

Desenho feito por uma menina de 10 anos, aluna do Centro Educativo e de Formação Espaço Crescer

Estando a terminar o ano letivo, no Centro Educativo e de Formação Espaço Crescer os alunos são convidados a deixar em palavras escritas aquilo que sentem sobre as férias de verão que estão mesmo à porta.
Aqui ficam dois dos textos escritos:

Nas férias eu...

Nas férias eu vou à praia
Para me divertir
Com os amigos e colegas
E sempre a curtir!

Nas férias eu vou à piscina
Brincar e nadar
Num parque aquático
Ninguém me pode parar.

Nas férias eu vou relaxar
Dormir e descansar
Para depois
O ano em beleza poder começar!

Escrito por uma menina de 10 anos


As férias

Nas férias de verão eu queria ir a Benidorm que fica em Espanha para, sem tablet, eu ir à praia e ir visitar o miradouro.

Escrito por um menino de 9 anos

Boas férias!

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Palavras e gestos que são solução


"Já experimentaste fazer apenas o que tens agendado?"
E não é que funciona?
Devo dizer que ser irmão mais velho deve ser maravilhoso no que toca a sentido de utilidade.
Se não é, aqui fica a dica para todos os irmãos mais velhos.
Tudo o que fazem e dizem será tido em conta por quem está ao lado, muitas vezes em silêncio e apenas a observar: o irmão mais novo,
Quando crescem e se afastam, as poucas palavras que se trocam são sons preciosos que se ouvem no meio de tanta confusão diária.
São a voz da infância, a voz do conforto, da confiança.

Estava eu a correr, de uma tarefa para outra e, eis que, num telefonema que eu e a minha irmã mais velha tornamos como rotineiro, ouço a sua voz que me sugere apenas fazer o que está agendado.
Ora, eu nem tenho tempo para agendar tudo! Como irei fazer isso?
Pois é... O certo é que simplificar funciona e continuo a fazer tudo e mais ainda. Comecei a ter tempo de não fazer nada.
O mundo não acaba, o trabalho não perde a qualidade (muito pelo contrário).

Por isso, irmã mais velha, obrigado por estares sempre aí! Para mim, tens o teu lugar no meu mundo, sempre!

Bons agendamentos!